Nem sempre fui poeta…


afinal-quem-sou-eu.html

Nem sempre tive o anseio de buscar onde não houvesse o quê e como buscar. Vivemos esperando dias que sejam gloriosos em nossas vidas, e esta espera não deve ser monótona, nem muito menos pacífica. Há de se idear nossas atitudes neste pequeno universo, que indiscutivelmente dá muitas voltas.

Ser intrigante faz com que as pessoas sintam a necessidade de desvendar em ti, o que nem tu sabes como tens. Pode parecer poético ou filosófico demais, e talvez seja mesmo, pois ambas estão onipresentes na relação entre o ser e o querer ser.

A ansiedade por dias melhores, por novos horizontes, pelo novo homem, me transformaram em quem sou. A filosofia diária de indagações sobre tudo que ladeava meu “ser” provocavam a “fera” que queria sempre mais.

Nem sempre tive grande oportunidade, contudo, todas que apareceram fiz questão de agarrá-las e conduzi-las ao sucesso almejado.

Ser indivíduo neste ‘todo’ social não é tarefa fácil para aqueles que não possuem anseio de buscar onde não houvesse o quê e como buscar.

Nascemos para realizar, portanto, realizemos! Afinal, nada do que seja glorioso levaremos desse cosmos terreno. Tudo virará pó!

2016 chegará sem grandes/novos anúncios, aproveite-o como se não houvesse mais amanhã, pois de uma coisa devemos ter certeza: “Nem sempre seremos poetas…”

Anúncios

Deixe seu comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s