Somos ou não iguais, na diferença?


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Foto: Reprodução

25 anos após a promulgação da lei 7.716/89, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, ainda temos de ler, ouvir e as vezes presenciar situações como essa que foi veiculada nas mídias nacionais.

Uma aposentada, de 72 anos, foi condenada (somente neste ano) a quatro anos de prisão em regime semiaberto por despejar uma série de injúrias raciais sobre três negros que estavam no Top Center, um shopping da av. Paulista/SP, em novembro de 2012.

Os sentimentos proferidos foram: “Macaca, eu não gosto de negro; negro é imundo; a entrada de negros no shopping deveria ser proibida; odeio negros, negros são favelados.

Mais triste ainda é saber que a senhora, de 72 anos, já era conhecida na avenida Paulista, por caminhar com um andador e, segundo frequentadores, proferindo xingamentos dela contra negros e nordestinos.

O jogador Daniel Alves, alvo de insulto racista durante a vitória por 3 a 2 sobre o Villarreal, neste domingo, pelo Campeonato Espanhol, ao receber de “presente” de um torcedor do Submarino Amarelo ma banana (fruta) na direção do lateral, que comeu a fruta e cobrou o escanteio em seguida.

Fico a pensar, que tipo de motivação faz com que uma pessoa aja dessa forma? Que pensamento reflexivo, provoca esse tipo de reação? E mais, que espécie de educação teve um indivíduo, que o possibilita sentir aspereza por outro indivíduo apenas pela diferença na tonalidade de pele?

Segundo o site G1, pessoas vítimas de racismo dizem que encontram dificuldade para registrar esse tipo de crime nas delegacias do Rio. O jornal global Bom Dia Brasil desta sexta-feira (2), mostrou uma faxineira, que quis ser identificada somente como Fabiana, foi prestar queixa na polícia depois de sofrer preconceito racial durante um trabalho em uma cobertura na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Ao fazer registro na delegacia, a queixa foi enquadrada como injúria, apesar das evidentes características de que o ato se tratava de preconceito racial. Fabiana procurou o presidente da Comissão de Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que foi até a delegacia. Ele mostrou o primeiro registro feito, que não tinha o relato da vítima e só mostrava a informação de que ela havia sido injuriada.

Enfim, a pergunta que não cala: Somos ou não iguais, na diferença? Se tirarmos a camada de pele que cobre nosso corpo, teremos alguma diferença? Que índole é essa que todos nós almejamos, mas nem todos alcançam?

Perguntas… perguntas… perguntas… Cansado de tentar entender o humano. #Oremos

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Um comentário sobre “Somos ou não iguais, na diferença?

  1. Alex… Olha eu! Olha eu!
    Vida de produtor de eventos é uma loucura… Fiquei um pouco ausente pois estava em um projeto que demandava bastante tempo, já entreguei o projeto e como foi na ilha de Comandatuba, trouxe muito axé e boas energias! rs
    Bom, vamos falar sobre o seu post… Engraçado como as pessoas se limitam e acham que ainda existe diferença, que uma são melhores que as outras. No final, todas vão acaba da mesma maneira. Preguiça dessas pessoas.
    Você como sempre colocando a turma pra refletir e fazendo a sua parte. Isso mesmo! Congrats.

    Lá no blog têm dois posts bacanas, uma sobre reality e outro sobre a semana de moda de SP! Um resumão para ser sincero. 🙂 Eu fico aguardando sua ilustre visita.
    HuG!
    http://www.andrehotter.com
    👻 Snapchat: andrehotter

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